Ian Kurtz e Reese Salen (na foto) construíram a roda de livros com os colegas estudantes de engenharia da RIT Matt Nygren e Maher Abdelkawi. Foto: Cortesia de Mireya Salinas.
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Eles construíram a roda de livros do século XVI

Os alunos de engenharia do Rochester Institute of Technology, nos Estados Unidos, construíram a “roda de livros” retratada no livro “Le Diverse et Artificiose Machine” (1588), do engenheiro militar Agostino Ramelli. A engenhoca (que jamais tinha saído do papel) ajuda os leitores a manipular oito textos ao mesmo tempo. O único problema? Ela pesa 270 quilos!

Confira uma prova da professora Hannah Arendt 1
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Confira uma prova da professora Hannah Arendt

Eu sempre tive muita curiosidade para saber mais sobre a Hannah Arendt professora. Esta semana descobri o exame final do curso “Sobre a revolução” (titulo de um livro dela), ministrado por ela no Departamento de Ciência Política da Northwestern University, nos EUA. O documento foi compartilhado pela pesquisadora Samantha Rose Hill, do Hannah Arendt Institute for the Research on Totalitarianism.

Historiador fala sobre relação entre calvinismo brasileiro e bolsonarismo 2
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Historiador fala sobre relação entre calvinismo brasileiro e bolsonarismo

O historiador Zózimo Trabuco publicou um pequeno artigo no site “Teologando na Serra”. Vale a pena a leitura. Nele, Zózimo faz uma reflexão muito interessante: do ponto de vista ideológico, o apoio evangélico mais importante ao bolsonarismo não vem dos setores pentecostais e neopentecostais, mas do calvinismo. “Pentecostais e neopentecostais podem constituir uma base de apoio importante para o bolsonarismo, mas o núcleo ideológico de defesa do projeto cristofascista se encontra no neocalvinismo à brasileira, em especial presbiterianos e batistas”, diz Trabuco, que é professor de História da UFOB e especialista na relação entre política e religião. Clique no título acima para conferir.

O dia em que os algoritmos confundiram o anúncio de um livro de história com um anúncio pornográfico 3
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O dia em que os algoritmos confundiram o anúncio de um livro de história com um anúncio pornográfico

A historiadora especializada em século XVII, Andrea Zuvich, tentou anunciar o seu novo livro no Instagram e no Facebook, mas ambos rejeitaram o anúncio porque acharam que ela estava tentando vender “produtos ou serviços para adultos”. Com razão, ela protestou em suas redes sociais dizendo o que deveria ser óbvio: “Estou tentando anunciar um livro de história!”.