Especial da semana

Artigos

miscelânea

  • Revolução Industrial - estrada de ferro

    Produção historiográfica sobre o tema viveu um boom após a Segunda Guerra Mundial. Obras ajudam a compreender o mundo contemporâneo e a problematizar o futuro de nossa sociedade industrial. Confira!

Diversos

Memória na Espanha
Artigo

Os passados presentes da Espanha: série especial

3 de junho de 2019 1

Monumentos, decretos de exumação, celebrações dos 40 anos da carta magna, expressões da língua e outros dispositivos de memória marcam o espaço público espanhol contemporâneo.

Notícias

Floresta-Amazonica-Adrian-Cowell
Artigo

Amazônia em cartaz: um encontro entre o cinema e a floresta amazônica

No documentário “Nas cinzas da floresta” (1984), de Adrian Cowell, o agrônomo, escritor, filósofo, paisagista e ambientalista brasileiro, José Antonio Lutzemberger, diz para a câmera: “O que se pode observar aqui é um dos maiores absurdos que se comete em nome do progresso. Fazer criação de gado na mata amazônica é uma das coisas mais estúpidas. Significa a destruição irreversível, a perda de preciosas culturas indígenas. A produção de carne em uma pecuária extensiva como essa é extremamente baixa”.

Nossa periodicidade

Toda segunda-feira publicamos o nosso “especial da semana” (artigo, entrevista, bibliografia comentada ou história importada). E de terça a sexta, notícias sobre as novidades mundo acadêmico e escolar.

Dicas de Livros

  • Eneas-Carneiro

    “Sou professor de cardiologia. Registrei no segundo ofício, em Brasília, um documento afirmando que, se não for eleito, não serei candidato a qualquer outro cargo em nenhum escalão do poder. Nunca fui, não sou e nem serei político profissional. Meu nome é Enéas!”. Fundador do Prona, candidato três vezes à Presidência da República e imortalizado no cenário político-partidário pelo bordão que leva o seu nome, Enéas Carneiro teve sua memória reapropriada em tempos recentes. Confira o artigo do historiador Odilon Calderia Neto.

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  • Franco e o franquismo

    ” 82 anos de idade, três de Guerra Civil e 36 de ditadura, seu estado de saúde havia se deteriorado nos últimos tempos, sem que isso lhe impedisse de autorizar aqueles que seriam os últimos fuzilamentos do franquismo, ocorridos em 27 de setembro de 1975. O mundo acompanhava sua agonia através de boletins médicos e comunicados oficiais, e os espanhóis conjecturavam seu futuro após a defunção do caudillo, como Franco era conhecido. ” Por Caroline Silveira Bauer.