Especial da semana

Monumento às vítimas da ocupação do território húngaro pelas tropas alemãs. Foto de Ágnes Erőss
Artigo

O revisionismo histórico húngaro e o fantasma do Holocausto

19 de agosto de 2019 1

Atual governo húngaro do Primeiro Ministro Viktor Orbán investe em interpretações do passado que minimizam judeus e alianças com nazistas. Monumento governista foi contestado com contramonumento. Confira o artigo do historiador Alexandre de Sá Avelar, professor do Departamento de História da Universidade Federal de Uberlândia. Este é o primeiro artigo de uma série especial de três textos intitulada “Revisionismos Históricos na Hungria Contemporânea”.

Artigos

  • Revolução Industrial - estrada de ferro

    Produção historiográfica sobre o tema viveu um boom após a Segunda Guerra Mundial. Obras ajudam a compreender o mundo contemporâneo e a problematizar o futuro de nossa sociedade industrial. Confira!

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Democracia, violência e sociedade: o ETA e os usos do seu passado na Espanha

“É importante sublinhar como o signo da violência conectou diferentes experiências históricas na Espanha recente. Se o ETA nasceu como uma tentativa de resposta a uma violência considerada anterior, marcada pela dita “conquista espanhola” do País Basco e sua continuidade durante a ditadura de Franco, ao longo de suas atividades terroristas outras formas de violência se espalharam pela sociedade espanhola, criando um estado de permanente tensão e de exceção institucional durante a própria democracia.” Confira artigo de Fernando Nicolazzi, da série especial “Passados presentes da Espanha”.

Nossa periodicidade

Toda segunda-feira publicamos o nosso “especial da semana” (artigo, entrevista, bibliografia comentada ou história importada). E de terça a sexta, notícias sobre as novidades mundo acadêmico e escolar.

Dicas de Livros

  • Floresta-Amazonica-Adrian-Cowell

    No documentário “Nas cinzas da floresta” (1984), de Adrian Cowell, o agrônomo, escritor, filósofo, paisagista e ambientalista brasileiro, José Antonio Lutzemberger, diz para a câmera: “O que se pode observar aqui é um dos maiores absurdos que se comete em nome do progresso. Fazer criação de gado na mata amazônica é uma das coisas mais estúpidas. Significa a destruição irreversível, a perda de preciosas culturas indígenas. A produção de carne em uma pecuária extensiva como essa é extremamente baixa”.

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  • Eneas-Carneiro

    “Sou professor de cardiologia. Registrei no segundo ofício, em Brasília, um documento afirmando que, se não for eleito, não serei candidato a qualquer outro cargo em nenhum escalão do poder. Nunca fui, não sou e nem serei político profissional. Meu nome é Enéas!”. Fundador do Prona, candidato três vezes à Presidência da República e imortalizado no cenário político-partidário pelo bordão que leva o seu nome, Enéas Carneiro teve sua memória reapropriada em tempos recentes. Confira o artigo do historiador Odilon Calderia Neto.