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Por que escrevemos biografias
Por quê?

Por que escrevemos biografias?

11 de fevereiro de 2019 0

Garantir a permanência na memória coletiva, fornecer exemplos e compreender os aspectos mais gerais da sociedade.

Notícias

  • Livros didáticos

    São mais de 100 livros didáticos publicados nos Estados Unidos nos anos 1800. Iniciativa é da Universidade de Pittsburgh. Coleção faz parte da Nietz Old Textbook Collection.

  • Holocausto

    Michel Gherman destaca o excesso de citações ao Holocausto pelo presidente brasileiro e a natureza política dessas citações. Em evento recente realizado no Rio de Janeiro, Bolsonaro disse sobre o Holocausto: “podemos perdoar, mas não esquecer”.

Vista do Rio Doce em Aimorés
Artigo

Saúde acima de tudo: uma história do Rio Doce

“O maior trem do mundo / Leva minha terra para a Alemanha / Leva a minha terra para o Canadá / Leva a minha terra para o Japão / O maior trem do mundo / Puxado por cinco locomotivas a óleo diesel / Engatadas, geminadas, desembestadas / Leva o meu tempo, minha infância, minha vida / Triturada em 163 vagões de minério e destruição / O maior trem do mundo / Transporta a coisa mínima do mundo / Meu coração itabirano. Lá vai o maior trem do mundo / Vai serpenteando, vai sumindo / E um dia, eu sei, não voltará / Pois nem terra, nem coração existem mais.”

Nossa periodicidade

Toda segunda-feira publicamos o nosso “especial da semana” (artigo, entrevista, bibliografia comentada ou história importada). E de terça a sexta, notícias sobre as novidades mundo acadêmico e escolar.

Dicas de Livros

  • Cena do filme "Nada de novo no front", de 1930.

    O livro “Nada de novo no front”, de Erich M. Remarque, acaba de completar 90 anos. Lançada pela primeira vez em alemão, em janeiro de 1929, a obra (Im Westen nichts Neues, no original) vendeu um milhão de cópias em menos de um ano na Alemanha, e mais outro milhão no exterior. O sucesso foi tanto que o livro foi adaptado para o cinema um ano depois pela Universal Pictures, com um orçamento enorme para a época, um recorde de US$ 40.000. O filme venceu quatro prêmios Oscar na edição de 1931: melhor filme, melhor diretor, melhor fotografia e melhor roteiro.

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  • Gostaria de dividir essa explicação em três partes: a primeira trata da invisibilidade de determinados sujeitos nas ciências, como objeto de estudo e, principalmente, como produtores de conhecimento; a segunda trata da negação do preconceito e da discriminação contra esses sujeitos; a terceira trata das possibilidades de transformação desse quadro. Meu foco são as mulheres (inclusas as trans), o sujeito dos feminismos.