Especial da semana

Entrevista

A ditadura militar na ficção contemporânea brasileira: entrevista com Berttoni Licarião

14 de outubro de 2019 0

“Como muito bem sintetizou Roland Barthes, a ficção ‘não diz que sabe alguma coisa, mas que sabe de alguma coisa’. Com a literatura podemos aprender a perceber o outro, não com a cientificidade que dedicamos a um objeto de estudo, mas como desejo de alteridade que renova o mundo e humaniza as diferenças”. Confira a entrevista exclusiva do Café História agora mesmo.

MISCELÂNEA

artigos

  • Holocausto - por que não salvar os judeus

    Uma das justificativas das forças aliadas era a de que a melhor estratégia para salvar os judeus seria vencer a guerra. Auxílio aos internados em campos de concentração e guetos veio basicamente da resistência. Artigo de Bruno Leal Pastor de Carvalho.

Diversos

Notícias

  • A área de História Antiga no Brasil acaba de ganhar mais uma importante obra: “Língua & Linguagem no Mundo Antigo”, organizado pelos pesquisadores Anderson Zalewski Vargas, Katia M. P. Pozzer e Luis Carlos dos P. Martins está ao alcance de todos.

  • Segundo José Augusto Pádua, ocupar este espaço entendido como vazio sempre foi uma preocupação das elites e dos militares: “O que era uma ironia porque são espaços cheios de vida animal, vegetal, de ecossistemas e populações indígenas milenares”.

Idade Média
Artigo

A Idade Média imaginada: usos do passado medieval no tempo presente

“Os usos do passado medieval não são exclusividade deste tempo presente. Durante o Romantismo, no século XIX, muitos autores imaginavam uma Idade Média glamorosa, enaltecendo a existência de reinos, destacando a vida de cavaleiros, magos, reis e damas da corte. Para os românticos, a Idade Média era uma grande referência, não raro sendo vista como o passado mítico que ajudava a explicar as origens dos Estados Nacionais. Ao mesmo tempo, a literatura romântica combatia o racionalismo frio e calculado e se posicionava pela exacerbação dos sentimentos, da religiosidade, das paixões e dos sonhos, numa conexão direta com o medievo.”

Nossa periodicidade

Toda segunda-feira publicamos o nosso “especial da semana” (artigo, entrevista, bibliografia comentada ou história importada). E de terça a sexta, notícias sobre as novidades mundo acadêmico e escolar.

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Como popularizar a história de forma didática, inclusiva e emancipatória, mas sem abdicar dos elementos mais fundamentais da escrita da história? Qual a relação entre divulgação científica e História Pública? Como utilizar as novas e antigas mídias para ampliar o “auditório” do historiador? Essas e outras perguntas levaram os editores do Café História, o historiador Bruno Leal (UnB) e a historiadora Ana Paula Tavares (FGV-RJ) a organizarem o livro “História Pública & Divulgação de História”, que discute como levar o conhecimento historiográfico ao grande público, de forma a valorizar a universidade, contribuir para a construção de uma consciência histórica crítica e combater o negacionismo histórico. Quer saber como adquirir o livro? Clique na imagem.

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  • Estado de Exceção

    “Vários pesquisadores, no Brasil e no mundo, têm se dedicado ao estudo do estado de exceção, sobretudo nas ciências jurídicas. Mas sua abordagem não é e não pode se resumir unicamente a uma noção técnica jurídica de avaliação das normas, carecendo de pesquisas que reflitam mais e melhor sobre sua adoção, sua justificação e sua estruturação, bem como revelando seus usos e seus abusos (um Estado democrático pode se tornar um Estado autoritário se recorrer frequentemente e sem justificativa plausível ao estado de exceção).”