Especial da semana

Entrevista

O que um geógrafo tem a dizer sobre a pandemia do novo coronavírus (Covid-19)?

6 de abril de 2020 1

“Este é um evento que, em menor ou maior grau e em momentos diferentes, todos os países são atingidos. Uma coisa é assistir à um evento internacional, outra coisa é ser participante dele, mesmo como possível vítima, e ver praticamente todos os lugares importantes e famosos do mundo preocupados com a mesma coisa”. Bruno Leal entrevista João Felipe Ribeiro

Notícia em destaque

MISCELÂNEA

artigos

  • Liberdade acadêmica tem sido tema de debates globais. Foto: Fred Kearney.

    O ataque global à academia

    9 de março de 2020 1

    Estudiosos de diversos países discutiram como os acadêmicos que fogem de regimes autoritários estão buscando refúgio nas universidades ocidentais, onde a liberdade acadêmica não é mais uma garantia – ela está cada vez mais em risco. Confira nosso novo artigo, do pesquisador Esin Düzel.

Notícias

Relembre

  • 5---Necropole-de-el-Kurru

    As cidades coloniais da Núbia produziram vestígios das interações culturais entre egípcios e núbios. Essas interações se dão, por exemplo, através de práticas alimentares – muito difíceis de serem modificadas em um curto período de tempo. O estudo de potes de cerâmica de sítios coloniais núbios nos mostra que, em vez de uma adoção de práticas e utensílios egípcios, as formas de comer e servir comida nesses locais foram resultado de interações complexas, em que conviviam maneiras locais e hábitos trazidos pelos egípcios.

Nossa periodicidade

Toda segunda-feira publicamos o nosso “especial da semana” (artigo, entrevista, bibliografia comentada ou história importada). E de terça a sexta, notícias sobre as novidades mundo acadêmico e escolar.

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Artigo

Em Foco

Por uma aula não narcísica: como representar “o outro” no ensino da História

“Via de regra, quando contamos as histórias de outras culturas em qualquer ambiente, mas especificamente numa sala de aula da escola básica, criamos uma relação eu/outro baseada numa hierarquia entre conteúdo e narrativa. O que chamamos de “outro” se torna o conteúdo da nossa narrativa. As histórias que narramos parecem ser sempre modos de aprisionar um “outro” no interior dos códigos e das definições conceituais que criamos a partir de uma metafísica branca e ocidental. E aí nos perguntamos: qual o lugar de uma metafísica canibal nas composições de uma aula de História? Como essa aula pode ser pensada desde um perspectivismo ameríndio, por exemplo, tal como pensa o pesquisador Eduardo Viveiros de Castro?” Artigo por Por Nilton Mullet Pereira e Gabriel Torelly.