Tem 46 anos. É gaúcha que morou quase a metade da vida na Alemanha mas retornou a Porto Alegre. Se formou em Design e fez metade do curso de Artes Plásticas na UFRGS, trabalha com TI mas é apaixonada por cinema.
Eu me adianto aqui e já respondo por mim: a fuga no desconhecimento é um ato de autopreservação. Quanto menos sabemos, menos nos sensibilizamos e, consequentemente, menos sofremos as dores dos outros ao nosso redor.