Entrevista

Uma história da arte funerária egípcia: entrevista com Ronaldo G. Gurgel Pereira

28 de outubro de 2019 0

“A função do artefato era complementada pela decoração, ou seja, dependendo de cada caso ela poderia ter um valor mágico (garantia de eficácia), ou religioso (uma função protetora/profilática), ou mesmo socioeconómico (conferir prestígio ao seu proprietário). O artefato e a sua decoração formavam uma unidade. Nesse sentido, o “artista” era um artesão que produzia um objeto munido de utilidade bem definida na sua sociedade.”