Heloisa de Argenteuil (1090-1164) é considerada por muitos, hoje, uma “mulher à frente de seu tempo”. A expressão, contudo, é problemática. Existiria alguém à frente do seu próprio tempo?
A dissolução do grupo terrorista basco ETA despertou recordações, provocou esquecimentos e abriu um intenso debate público em torno do passado recente espanhol.
Há dez anos custodiado no Departamento de Arquivo e Documentação da Casa de Oswaldo Cruz, o arquivo do documentarista e historiador inglês John Adrian Cowell.
Monumentos, decretos de exumação, celebrações dos 40 anos da carta magna, expressões da língua e outros dispositivos de memória marcam o espaço público espanhol contemporâneo.