O Oscar, finalmente a festa do cinema mundial?

Não é só em “Melhor Filme” e “Melhor Filme Estrangeiro”. As produções de fora dos Estados Unidos e da Inglaterra também estão presentes em diversas outras categorias do Oscar, embora de forma muito tímida. Porém, a julgar pelos acontecimentos recentes na maior premiação do cinema mundial, parece que este cenário está finalmente mudando.

Penélope Cruz brilha no espanhol "Madres Paralelas", de Pedro Almodóvar. Atriz concorre ao prêmio de melhor atriz na edição 2022 do Oscar. Foto: reprodução.

A presença de “filmes estrangeiros” no Oscar é bastante restrita quando comparada à de produções estadunidenses ou britânicas. Em geral, eles ficam restritos à categoria de “melhor filme estrangeiro”. Mas a verdade é que devemos examinar outras categorias para entender a representatividade e as mudanças (bem recentes) no que diz respeito a presença de produções internacionais na maior festa do cinema mundial.

Melhor Filme

Até os dias atuais, onze filmes estrangeiros foram indicados à principal categoria do Oscar. O primeiro deles foi o francês “A grande ilusão” (La grand illusion, 1937), produção de teor antimilitarista que causou furor em uma Europa às vésperas da Segunda Guerra Mundial. Entre 1969 e 1974, três filmes conseguiram o feito após conquistarem importantes prêmios internacionais, bem como, parte da crítica estadunidense e de um conjunto de jovens profissionais que estavam em ascensão na Hollywood daquele período. Foram eles o argelino “Z” (1969) e os suecos “Os imigrantes” (Utvandrarna, 1971) e “Gritos e sussurros” (Viskningar och rop, 1972).

O que parecia ser uma tendência, indicando uma crescente participação de “filmes estrangeiros” na categoria principal do Oscar, todavia, logo arrefeceu. Foram necessárias mais de duas décadas até que outra produção não falada em inglês figurasse entre os finalistas do prêmio principal: trata-se do italiano “O carteiro e o poeta” (Il postino, 1994.

Em 1998, outra produção italiana, “A vida é bela” (La vitta è bella, 1997), juntou-se à lista, obtendo sete indicações e três vitórias. O sucesso do filme marcou a adição de um elemento que se tornaria cada vez mais importante para os “filmes estrangeiros” que viriam a ingressar na disputa: um pesado investimento em campanhas promocionais com apoio de empresários hollywoodianos.

Até meados dos anos 2010, indicações para “filmes estrangeiros” na categoria continuaram sendo acontecimentos esporádicos, de modo que apenas o taiwanês “O tigre e o dragão” (Wòhǔ cánglóng, 2000) e o austríaco “Amor” (Amour, 2012) juntaram-se ao grupo.

As campanhas promocionais, somadas às medidas para tornar a Academia mais inclusiva, vem ampliando a participação de filmes estrangeiros na categoria principal. Das cerimônias realizadas desde 2019, apenas uma não apresentou um “filme estrangeiro” entre os finalistas ao Oscar de Melhor Filme. O processo ficou marcado pela inédita vitória da produção sul-coreana “Parasita” (Gisaengchung, 2019), primeira obra estrangeira a vencer o prêmio principal.

Melhor diretor

Na categoria de Melhor Diretor, a presença de filmes estrangeiros tem sido constante desde 1960, sendo que muitos dos indicados foram reconhecidos por seus trabalhos em produções que também que concorriam ao prêmio de Melhor Filme Estrangeiro. O primeiro título a conseguir tal feito foi a produção grega “Nunca aos domingos” (Poté tin kyriakí, 1960). Ironicamente, o filme era dirigido pelo estadunidense Jules Dassin, que havia se exilado na Europa devido à perseguição do macarthismo.

Emanuel Levy destaca que, entre os nomes que integram a lista, destacam-se cineastas cujas carreiras já estavam consolidadas à época da indicação, como os italianos Federico Fellini e Pietro Germi, o sueco Ingmar Bergman, o francês François Truffaut e o japonês Akira Kurosawa. Em muitos casos, assinala o crítico, esses cineastas perderam a estatueta para diretores mais jovens e com carreiras menos profícuas, mas que tinham bom trânsito em Hollywood. Também foi uma estrangeira a primeira mulher indicada na categoria: a italiana Lina Wertmuller, por “Pasqualino Sete Belezas” (Pasqualino Settebellezze, 1975).

Todavia, raras são as vezes em que as indicações se convertem em vitórias. O primeiro filme estrangeiro a vencer o Oscar de Melhor Diretor foi o mexicano Roma, de Alfonso Cuarón. No ano seguinte, ele foi sucedido pelo sul-coreano Bong Joon-Ho, do aclamado “Parasita”. Embora o reconhecimento deva ser comemorado, não podemos esquecer que se trata de apenas dois profissionais em mais de 90 anos de premiação. O próprio Cuarón também não pode ser considerado um “forasteiro” quando da premiação por “Roma”, pois já trabalhava nos Estados Unidos há duas décadas. Inclusive, ele havia vencido um Oscar de Melhor Diretor anteriormente, pela superprodução hollywoodiana “Gravidade” (Gravity, 2013).

Melhor ator e Melhor Atriz

Nesse mesmo período, “profissionais estrangeiros” se tornaram mais presentes nas categorias de atuação. O mérito da primeira indicação também coube a “Nunca aos domingos”: a grega Melina Mercouri foi indicada ao prêmio de Melhor Atriz. No ano seguinte, Sophia Loren se tornou a primeira “atriz estrangeira” a vencer a estatueta por sua atuação no filme italiano “Duas Mulheres” (La ciociara, 1960). É interessante ressaltar que além de ambos os filmes terem sido sucessos de crítica e bilheteria, ambos os papéis remetem a arquétipos bastante populares entre os membros da Academia, conforme ressalta Levy. Mercouri interpretou uma prostituta espirituosa e de coração bondoso, enquanto Loren representou uma mãe sofredora que busca proteger a filha dos horrores da guerra.

Entre os atores, predominaram indicados com carreiras bem estabelecidas no cinema à época das indicações e que haviam estrelado filmes de sucesso. Destacam-se aqui o italiano Marcello Mastroianni (que detém o recorde de três indicações entre os “estrangeiros”, mas sem nenhuma vitória), a sueca Liv Ullmann, os franceses Gerard Depardieu, Catherine Deneuve e Isabelle Huppert, e, naturalmente, a brasileira Fernanda Montenegro. A categoria também foi marcada pela presença de atores que, embora tivessem carreiras bem consolidadas em Hollywood, voltaram a atuar em produções de seus países de origem, como foi o caso de Ingrid Bergman e do casal Penelope Cruz e Javier Bardem.

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Laurence Olivier, ator britânico que fez sucesso na premiação ameriana. Foto: reprodução.

Contudo, foram necessárias mais de quatro décadas para que um profissional atuando em um filme estrangeiro voltasse a ser contemplado nessas categorias – no caso, a francesa Marion Cotillard por “Piaf – Um hino ao amor” (La môme, 2007). Os nomes que integram o rol de indicados aos prêmios de direção e atuação acabam por reforçar a ideia do “estrangeiro” como algo marginalizado dentro do Oscar. Ainda que, entre os indicados, figurem nomes incontornáveis na história do cinema mundial, eles representam uma parcela muito pequena das cinematografias de fora dos Estados Unidos e, até mesmo, de seus próprios países de origem. Isso sem mencionar as omissões, em especial, das indústrias de cinema da África, da Ásia e da América Latina.

Levy fornece uma possível explicação para esse fenômeno: na maioria das vezes, os votantes do Oscar pensam nos vencedores como “investimentos”. Ou seja, para vencer um Oscar, um indicado precisa demonstrar potencial para trabalhar em Hollywood. A premissa pode ser considerada verdadeira quando levamos em conta que Loren e Cotillard construíram carreiras atuando tanto em produções estadunidenses, quanto trabalhando em seus países de origem após suas vitórias.

Melhor Roteiro

O ramo dos roteiristas da Academia tem se mobilizado em prol do reconhecimento de seus colegas “estrangeiros” desde o final da Segunda Guerra Mundial. Embora a bibliografia consultada não ofereça detalhes sobre como ocorre esse processo, produções de fora dos Estados Unidos e do Reino Unido aparecem com destaque na categoria de Melhor Roteiro Original. Desde a vitória de “Marie-Louise”, mais de 60 produções concorreram à estatueta, sendo que cinco obtiveram a vitória: os franceses “O balão vermelho” (Le ballon rouge, 1956) e “Um homem, uma mulher” (Un homme et une femme, 1966), o italiano “Divórcio à italiana” (Divorzio all’italiana, 1961), o espanhol “Fale com ela” (Hable con ella, 2002) e o sul-coreano “Parasita”.

O número expressivo se comparado às demais categorias do prêmio, porém, deve ser analisado com cautela. Levando em consideração que, anualmente, cinco filmes são selecionados para concorrer ao prêmio, observamos que 375 obras foram indicadas ao Oscar de Melhor Roteiro Original desde 1946. Nesse sentido, as produções estrangeiras representam pouco mais de 16% do total. Outro fator ao qual devemos atentar é que roteiros assinados por nomes importantes ou de filmes considerados obras-primas do cinema mundial, muitas vezes, foram preteridos em favor de produções hollywoodianas de menor relevância artística, mas que haviam se firmado como grandes sucessos de bilheteria. Por fim, cabe ressaltar que a maioria desses títulos representam produções majoritariamente capitaneada por europeus, em detrimento das demais cinematografias.

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O sul-coreano “Parasita”venceu o prêmio mais importante do Oscar em 2020. Foto: reprodução.

A presença estrangeira é ainda menos impactante na categoria de Melhor Roteiro Adaptado, na qual somente 21 produções foram indicadas, sendo que nenhuma chegou a receber a estatueta. Assim, mesmo quando um ramo da Academia demonstra o interesse em reconhecer o valor de produções estrangeiras, o mesmo não resulta, obrigatoriamente, em um grande número de nomeações ou vitórias.

Os estrangeiros nas demais categorias do Oscar

Na categoria de Melhor Fotografia, uma das mais importantes entre os prêmios técnicos, as produções estrangeiras apareceram de forma bastante tímida até os anos 1990, muito embora tanto as cinematografias da Europa, quanto da Ásia tivessem profissionais de renome nessas áreas. Da instituição do prêmio até 1999, apenas oito filmes estrangeiros concorreram ao Oscar de Melhor Fotografia. Entre os profissionais reconhecidos, destaca-se Sven Nykvist, grande colaborador de Ingmar Bergman que venceu a estatueta em duas ocasiões por seus trabalhos em “Gritos e Sussurros” e “Fanny e Alexandre” (Fanny och Alexander, 1982). 

A partir dos anos 2000, a presença de filmes estrangeiros nessa categoria cresceu, chegando a catorze indicações, incluindo para o brasileiro “Cidade de Deus”. Na mesma década, outros dois filmes conquistaram a honraria: o taiwanês “O tigre e o dragão” e o mexicano “O labirinto do fauno” (El laberinto del fauno, 2005). Na cerimônia de 2019, os forasteiros formaram a maioria do grupo, com o polonês “Guerra Fria” (Zimna wojna, 2018), o alemão “Não deixe de lembrar” (Werk ohne autor, 2018) e o eventual vencedor, o mexicano “Roma”. 

Os votantes da categoria de Melhor Figurino, historicamente, parecem ter se valido de duas predileções dominantes para definir os indicados ao prêmio, independentemente de se tratar de filmes hollywoodianas, britânicos ou “estrangeiros”. Até meados dos anos 1960, parte significativa dos concorrentes a essa estatueta era caracterizada por figurinos contemporâneos, geralmente utilizados por personagens que representavam pessoas da alta sociedade. Esse tipo de criação garantiu ao italiano Piero Gherardi dois Oscars – o primeiro, por “A doce vida” (La dolce vita, 1960) e o segundo por “8 ½” (1963), ambas produções de Fellini que abordavam o mundo das celebridades.

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Cena icônica de Ladrões de Bicicleta (1948). Foto: reprodução.

Outra tendência, mais duradoura e, ainda hoje, fortemente atrelada ao prêmio de Melhor Figurino, é o reconhecimento dos chamados trajes de época. Esse modelo de vestimentas garantiu o maior número de indicações de estrangeiros na categoria, incluindo outras cinco vitórias. O rol de ganhadores engloba “O portal do inferno” (Jigokumon, 1953) e “Ran” (1985), ambientados no Japão feudal; “Casanova de Fellini” (Il Casanova di Federico Fellini, 1976) e “Cyrano” (Cyrano de Bergerac, 1990), que representam a Itália e a França modernas respectivamente; e “Fanny e Alexandre”, cuja trama se passa na Suécia do início do século XX. Ao total, 33 produções foram indicadas ao prêmio.

As duas tendências também se manifestam na categoria de Melhor Direção de Arte, com notável predominância dos cenários de “época” e também de “fantasia”. Os concorrentes apresentaram trabalhos variados, que incluíram representações da Europa medieval e moderna, da Ásia feudal e também da primeira metade do século XX. Entretanto, a presença de estrangeiros na categoria é ainda menos expressiva que na de figurino: 22 indicações e três vencedores – “Fanny e Alexandre”, “O tigre e o dragão” e “O labirinto do fauno”.

Os estrangeiros conseguiram marcar presença nas duas categorias mais recentes do Oscar. No prêmio de Melhor Maquiagem, criado em 1981, tais produções obtiveram dez indicações, além de três vitórias para os franceses “A guerra do fogo” (La Guerre du feu, 1981) e “Piaf – Um hino ao amor” e o mexicano “O labirinto do fauno”. 

Já na categoria de Melhor Longa-Metragem de Animação, instituída em 2001, foram dezessete indicações e uma vitória, para o japonês “A viagem de Chihiro” (Sen to Chihiro no kamikakushi, 2001), escrito e dirigido pelo renomado Hayao Miyazaki. Nesse grupo, é notável a predominância de escolas tradicionais de animação, como a japonesa, a francesa e a belga, embora também tenham concorrido à estatueta obras da Espanha, da Dinamarca e do Brasil, reconhecido por “O menino e o mundo” (2013), de Alê Abreu.

Nos prêmios musicais, parece não haver um padrão claro quanto à presença de estrangeiros. Em 1960, o compositor grego Manos Hadjidakis se tornou o primeiro “estrangeiro” a ser indicado e a vencer o Oscar de Melhor Canção Original por seu trabalho em “Nunca aos domingos”. Nos anos seguintes, apenas outras sete obras estrangeiras concorreram ao prêmio, com uma única vitória para “Al otro lado del rio”, composta pelo uruguaio Jorge Drexler para “Diários de Motocicleta” (Diarios de Motocicleta, 2004).

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“La Dolce vita”, filme franco-italiano de 1960, dirigido pelo cineasta Federico Fellini. Foto: reprodução.

Já na categoria de Melhor Trilha Sonora, quinze produções estrangeiras figuram entre os indicados ao longo de toda a história do Oscar. Tais produções trabalhos foram reconhecidas tanto por composições originais, quanto pelo tratamento de peças já existentes. A primeira vitória ocorreu apenas em 1995, quando o veterano Luis Bacalov foi reconhecido por seu trabalho em “O carteiro e o poeta”. Até 2001, três outros filmes estrangeiros conquistaram a honraria – “A vida é bela”, o canadense “O violino vermelho” (Le violon rouge, 1998) e “O tigre e o dragão”.

A participação estrangeira é ainda mais tímida nas demais categorias. Até os dias atuais, apenas oito filmes receberam indicações ao Oscar de Melhor Edição e uma única produção levou a estatueta: o argelino “Z”, pelo trabalho da montadora Françoise Bonnot. Nos prêmios de uso do som, apenas cinco produções foram indicadas, sem nenhuma vitória.

O Oscar e os estrangeiros: perto de um final feliz?

A vitória sem precedentes de “Parasita” na categoria de Melhor Filme na edição de 2020 do Oscar parece, finalmente, ter demonstrado que Hollywood está apta a dividir seu prêmio principal com outras cinematografias, além de ter demonstrado que os “estrangeiros” estão prontos para utilizar as regras do jogo a seu favor. Para além de todos os méritos da produção sul-coreana, o Oscar também é – e talvez, acima de tudo – um concurso de popularidade. Tanto o governo, quanto empresas da Coreia do Sul estiveram envolvidos na divulgação do filme e foram atuantes na campanha que garantiu as vitórias no Oscar.

De todo modo, as mudanças recentes são muito bem-vindas e engrandecem tanto o Oscar, quanto as cinematografias estrangeiras. Não foi à toa que, após o anúncio das indicações deste ano, o crítico brasileiro Roberto Sadovski se referiu à estatueta como a mais inclusiva e interessante premiação do cinema atual. Entre os estrangeiros que concorrem por prêmio fora da categoria de Melhor Filme Internacional, estão o japonês “Drive my car”, o norueguês “A pior pessoa do mundo” (Verdens verste menneske, 2021) e o dinamarquês “A fuga” (Flugt, 2021).

Referências

DOHERTY, Thomas. Hollywood and Hitler, 1933-1939. Nova Iorque: Columbia University Press, 2013.

GREENE, Naomi. René Clair: A Guide to References and Resources. Boston: G.K. Hall, 1985.

LEVY, Emanuel. And the winner is: Os bastidores do Oscar. São Paulo: Trajetória Editorial, 1990.

PERREN, Alisa. Indie, Inc.: Miramax and the Transformation of Hollywood in the 1990s. Austin: University of Texas Press, 2012.

STITES, Richard. Russian Popular Culture: Entertainment and Society Since 1900. Cambridge: Cambridge University Press, 1992.

WILEY, Mason; BONA, Damien. Inside Oscar: the unnoficial history of the Academy Awards. Nova York: Ballantine Books, 1996.

Como citar este artigo

CLARO, Celso Fernando. O Oscar, finalmente a festa do cinema mundial? (Artigo). In: Café História. Disponível em: https://www.cafehistoria.com.br/oscar-finalmente-a-festa-do- cinema- mundial/. ISSN: 2674-5917. Publicado em: 22 Mar. 2022.

Celso Fernando Claro de Oliveira

Historiador e jornalista, desenvolve pesquisas sobre a Relação Cinema-História desde a graduação. Entre seus principais interesses, está a recepção de filmes hollywoodianos no Brasil, o papel da crítica cinematográfica e a concepção do filme como uma produção social. Doutor em História pela Universidade Federal de Santa Catarina com a tese “A Sra. Miniver vai ao Brasil: A recepção dos ‘Filmes de Home Front’ na imprensa do Rio de Janeiro (1942-1945)”. Foi bolsista do Programa de Doutoramento Sanduíche no Exterior, junto ao Film and Media Studies Program da Yale University. Atualmente, é professor do Instituto Federal do Paraná - Campus Pitanga.

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