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Nova sessão do Café História divulga trabalhos sobre a Educação Básica

Sessão vai divulgar pesquisas realizadas por professores durante a formação no Mestrado Profissional em História, o ProfHistória.

A realização do I Congresso Nacional do Profhistoria, em 2019 foi um marco na história da rede nacional do programa, que, na época, alcançou 39 instituições associadas. Reuniram-se centenas de docentes, discentes e egressos do curso, de todas as regiões do país e realizamos dezenas de mesas com discussões temáticas que possibilitaram muitos encontros, trocas e aprendizados coletivos. Foto: ProfHistoria

Em novembro, o Café História inaugura a sessão “ProfHistória”, que vai divulgar trabalhos de conclusão de curso desenvolvidos por mestrandos e mestrandas do ProfHistória, o Mestrado Profissional em Ensino de História. O principal objetivo da sessão, produzida em parceria com a coordenação nacional do ProfHistória, é divulgar propostas educativas de quem vivencia cotidianamente o “chão da escola”.

A sessão é voltada primordialmente para professores de História do Ensino Básico, mas poderá ser acessada integralmente por qualquer leitor do Café História. Ao longo de um ano, a sessão vai apresentar, quinzenalmente, 24 trabalhos produzidos por pesquisadores do ProfHistória, todos indicados ao “Prêmio ProfHistória de Melhor Dissertação”.

O ProfHistória

O ProfHistória teve sua primeira turma formada em 2014. Atualmente, o programa é oferecido, gratuitamente, em 39 universidades brasileiras. Podem participar do processo seletivo professores e professoras que ministram aulas de História em qualquer ano do Ensino Fundamental e Médio, desde que apresentem certificação de ensino superior em Licenciatura. As pesquisas desenvolvidas no ProfHistória favorecem a promoção do diálogo sobre práticas educativas entre escola e Universidade, além de proposições para o ensino e aprendizagem da disciplina.   

Em conversa com o Café História, Luís Reznik, atual coordenador nacional do programa, comentou:

– Os trabalhos finais do ProfHistória expressam uma reflexão de professores da escola básica sobre suas práticas cotidianas e apresentam uma dimensão propositiva. No mais das vezes, as proposições envolvem um artefato pedagógico, como um site, livreto, vídeo, sequência didática, entre outros. Certamente contribuem para todos os docentes de História, tanto pela dimensão crítica e analítica como pela possibilidade de replicar a proposição em sua sala de aula.

Nessa sessão, convidamos a um breve passeio por alguns dos saberes que tanto a Universidade quanto todo público interessado têm a aprender com os profissionais da Educação Básica, no que diz respeito a ensinar e aprender História. E nesse processo, entre doses equilibradas de teoria e prática, confirmamos que o estudo da História não se resume à memorização de grandes acontecimentos e personagens marcantes.

Thaís Pio Marques

Faz parte da equipe do Café História, onde realiza estágio voluntário. Graduada em História pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Durante a graduação fez parte do Grupo PET Conexões de Saberes – Licenciaturas, voltado para a elaboração e desenvolvimento de Projetos pedagógicos interdisciplinares. Atualmente, organiza o perfil de Instagram “Poesia e oralidade”, onde compartilha textos breves sobre competições de poesia (slams) e seus participantes. O trabalho na rede social é
articulado aos estudos sobre História Oral e História Pública.

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