Museu Imperial reabre ala esquerda do Palácio

Reabertura acontece a partir do dia 16 de março, aniversário da cidade, e segue o planejamento da retomada gradual das atividades.

A "Sala de Música" é um dos espaços mais frequentados pelos visitantes do museu.

A novidade deve agradar a quem costuma visitar a cidade de Petrópolis e o seu mais importante museu-histórico, inaugurado em 1940. A ala esquerda representa os ambientes da casa onde d. Pedro II e seus familiares veraneavam. Nela, o público poderá encontrar a sala de jantar, a sala de música e baile, entre outros espaços, bem como as coroas dos imperadores do Brasil e a pena usada pela princesa d. Isabel para assinar a Lei Áurea.

O espaço estava fechado devido à pandemia do novo coronavírus.

A visitação acontecerá de terça a sábado, das 10h às 16h, em grupos de 25 pessoas por hora, com ingressos a R$10,00 (inteira) e R$5,00 (meia). No dia da reabertura, 16 de março, a entrada será gratuita.

Para realizar a visitação, será necessário o agendamento através do telefone (24) 2233-0345, disponível para atendimento a partir de 10 de março, de segunda a sexta, das 8h30 às 18h. A princípio, a agenda estará aberta apenas para o mês de março. Guias de turismo poderão acompanhar grupos de até três pessoas. Os visitantes deverão chegar com 20 minutos de antecedência para o pagamento e a retirada dos ingressos, que só poderão ser adquiridos no dia da visita.

Protocolos de segurança

Ao entrar no Complexo Museu Imperial, será necessário passar por uma barreira sanitária com aferição de temperatura e o uso de máscara cobrindo nariz e boca também será obrigatório. Além disso, totens de álcool em gel foram espalhados por diversos espaços.

Os guarda volumes não estarão disponíveis. Será permitida a entrada com bolsas de até 50cm x 30cm x 20 cm. As clássicas pantufas do Museu Imperial permanecerão durante o passeio, e, para segurança dos visitantes, serão higienizadas através de oxi-sanitização.

Com informações da assessoria do Museu Imperial.

Bruno Leal

Fundador e editor do Café História. É professor adjunto de História Contemporânea do Departamento de História da Universidade de Brasília (UnB). Doutor em História Social. Tem pós-doutorado em História Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Pesquisa História Pública, História Digital e Divulgação Científica. Também desenvolve pesquisas sobre crimes nazistas e justiça no pós-guerra.

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