Fundador e editor do Café História. É professor adjunto de História Contemporânea do Departamento de História da Universidade de Brasília (UnB). Doutor em História Social. Pesquisa História Pública, História Digital e Divulgação Científica. Também desenvolve pesquisas sobre crimes nazistas, justiça no pós-guerra e as duas guerras mundiais. Autor de "Quero fazer mestrado em história" (2022) e "O homem dos pedalinhos"(2021).
Iniciativa do Observatório História & Saúde oferece formação online sobre as transformações das políticas e práticas sanitárias do período colonial ao SUS.
Revista Veja divulgou lista atualizada dos livros mais vendidos no país e em nono lugar aparece "Utopia autoritária brasileira", do historiador Carlos Fico, professor do Instituto de História da UFRJ.
Durante a Primeira Guerra Mundial, campanhas governamentais incentivaram a população a racionar alimentos, plantar hortas e otimizar recursos na cozinha, promovendo a ideia de que isso contribuiria para a vitória.
Análise feita a partir de 200 mil interações com o Copilot mostra que atividades de pesquisa, escrita e aconselhamento, que são centrais no trabalho histórico, estão sendo cada vez mais realizadas por inteligência artificial.
Mostra no Museu de História da Medicina do Rio Grande do Sul (MUHM), em Porto Alegre, destaca o papel dos médicos brasileiros enviados à França em 1918 e apresenta objetos, documentos e filmes sobre saúde e guerra.
Escritos por soldados para outros soldados, os jornais de trincheira mostram que os soldados não eram meras peças no tabuleiro de guerra - tinham agência, criatividade e humor.
Ação conjunta da SEAP e da Biblioteca Nacional atende apelo por mais acesso à leitura e transforma a rotina de internos em unidade prisional no sul fluminense.
Bárbara Mangueira do Nascimento estudou obras da artista plástica Doris Salceso, que explora o tema da violência política contemporânea por meio de esculturas, instalações, intervenções e ações coletivas.